Quinta
do Pôpa

Todo o homem tem o seu sonho. O de Zeca do Pôpa ,natural do Douro, foi o de possuir uma quinta num dos melhores locais da região vinhateira mais  antiga do mundo. Começou a juntar as pequenas parcelas , usuais na estrutura agrícola do Norte de Portugal, numa verdadeira Quinta. Em homenagem a seu pai , cuja alcunha era o "Pôpa" pela sua alegria no convívio com os seus amigos baptizou essa Quinta , construída com todo o seu esforço  económico e entusiasmo, com o nome de seu pai. Assim nasce a Quinta do Pôpa, sita no enfiamento do rio Douro, possuindo uma localização privilegiada, contando apenas com a melhor qualificação dos vinhos da região do Douro.

Se nessa Quinta do Pôpa, se poderia produzir dos melhores vinhos do Porto, foi opção do seu dono plantá-la com as melhores castas de Portugal, onde a Tinta Roriz é dominante, sendo esta acompanhada pela Touriga Franca, pelo Tinto Cão, pelo Sousão e certamente que não poderia deixar de ter uma grande percentagem de Touriga Nacional, a sua vocação está mais direccionada para os grandes vinhos tintos da melhor região vinhateira de Portugal. O sonho tornou-se realidade com o entusiasmo que Zeca do Pôpa colocou na sua realização.

Luis Pato
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2010-10-07 - Luis Pato e a carne sem osso

... Da colheita de 2007, provámos dois tintos da Quinta do Pôpa que merecem atenção. Não atingem ainda os limites superior dos congéneres durienses do ano, mas para uma marca novata o que se pode dizer é que foi feito muito em pouco tempo. No caso da Touriga Nacional, que custa cerca de 15 euros, impressiona a dimensão floral da casta, a sua subtileza, a sua densidade aromática. O Quinta do Pôpa Vinhas Velhas, que estagiou quatro meses em meias barricas novas e deu origem a 3333 garrafas, persegue a fisionomia do seu irmão varietal, conservando a sua elegância, mas sustenta-se numa estrutura mais complexa e sólida que o aproximam dos clássicos.

Com aromas de fruta preta, algum mentolado e notas que sugerem as fragrâncias de arbustos durienses, este é um vinho que provoca uma explosão de sensações na boca. Bem balanceado, sofisticado e opulento, com uma armadura de taninos enorme e já evoluída, é um duriense a ter em conta. Bebe-se bem desde já, mas há-de ser muito mais impressionante depois de passar um bom par de anos na garrafa. Também aqui, a assinatura de luís Pato é sinonimo de garantia.

Manuel Carvalho - Fugas (07/08/2010)

2010-09-10 - XII Concurso de Vinhos ACIC – Cidade de Coimbra

Os vinhos Pôpa VV 2007 e Pôpa TN 2007, produzidos pela Quinta do Pôpa no Douro, acabam de ser premiados com Medalha de Prata, pelo júri da Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC), no XII Concurso de Vinhos ACIC – Cidade de Coimbra.

2010-08-24 - International Wine Challenge 2010

Os vinhos Pôpa VV 2007 e TrePa 2007, produzidos pela Quinta do Pôpa no Douro, acabam de ser premiados pelo júri do International Wine Challenge, o maior e mais prestigiante concurso de vinhos em todo o Mundo.

O Pôpa VV 2007 foi galardoado com uma Medalha de Prata e o TrePa 2007 com uma Menção Honrosa.

2010-03-11 - "Os melhores vinhos do ano"

O crítico José António Salvador diz que "nada há de mais subjectivo do que o gosto". Resultado das muitas provas que realizou, ao longo de 2009, esta é, por isso, a sua selecção de Espumantes, Brancos, Tintos, Rosés e Portos
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Pôpa VV Vinhas Velhas Tinto Douro 2007 

Excepcional 

Vinhedos com mais de 60 anos com castas tradicionais misturadas deram este excelente tinto."

2009-08-26 - IWC 2009

O 26º concurso de vinhos internacional (IWC)  - O mais importante e influente concurso de vinhos independente  - revela o resultado do concurso de 2009. Com um recorde de 41 países inscritos, houve um total de 304 medalhas de ouro, mais 13% que o ano passado.

França distinguiu-se, mais uma vez, como o país mais premiado com 49 medalhas, seguido de perto pela Austrália e Portugal.

Prémio de Bronze no International Wine Challenge 2009.

Detalhe do vinho vencedor:

  • Pôpa TR, 2007
  • Região: Douro, Portugal
  • Castas: Tinta Roriz;
  • Nota de prova: Fruta com especiarias e carvalho no nariz. Boa intensidade de fruta preta doce e especiarias na boca.

2009-08-26 - Guia de Vinhos 2009

Em mais uma edição do seu Guia de Vinhos, Rui Falcão apresenta a classificação e notas de prova dos melhores vinhos portugueses e estrangeiros.

Luis Pato é uma das grandes referências nacionais, um produtor singular, um precursor, um pioneiro, um produtor de excelência. É um dos produtores mais importantes e influentes de Portugal, um homem com ideias próprias e convicções fortes. Os seus vinhos são um bálsamo para os sentidos. Faz vinhos há muitos anos mas nunca se acomodou. Mantém um espírito livre e aberto e teve a coragem de, pela Terceira vez, revolucionar os seus vinhos, de mudar práticas, de seguir novos caminhos, de perceber o perigo do acomodamento. Sem nunca ceder a concessões na qualidade e carácter dos seus vinhos.

Em breve, num futuro próximo, teremos oportunidade de provar a derradeira novidade, o Trepa, um lote de Tinta Roriz do Douro (Quinta do Pôpa) com a Baga de Vinha Pan. Luis Pato não pára…

Trepa 2007 (amostra): 15 -16,5

O nome deste novo projecto filosófico de Luis Pato, que não é evidente sem explicações prévias, resulta da contracção de Tinta Roriz e Pan (Vinha Pan). Tinta Roriz do Douro, de uma quinta onde Luis Pato assume o papel de consultor, de uma vinha velha, loteada com a Baga da sua querida Vinha Pan. Neste momento, o Lote ainda está na fase imberbe, na pré-adolescência, mas é fácil perceber a bondade do lote, com a fruta da Roriz a condimentar o temperamento robusto da Baga… e a Baga a abonar corpo e consistência à vida airada da Roriz. Boas promessas…

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